Quarta - 03/02/2010

Comma



Entrada franca
Show 21h

Mini Lamers e Didi Cunha, integrantes do projeto paulista Comma, lançam seu primeiro disco Monkey.
A dupla traz em sua música uma doce sonoridade pop-rock marcada por influências de folk e country.
Comma (vírgula em inglês) está na cena musical desde 2006 e opta por uma formação minimalista, o que garante um diferencial ao duo. Mini empresta às canções sua voz de timbre marcante e toca violão elétrico, Didi acompanha na bateria e no backing vocal. Ambas são responsáveis pelas composições do disco.
Monkey traz canções suaves e alegres. As letras, em inglês, falam de amores e outras situações cotidianas inspiradas por livros, filmes e principalmente pelo que a dupla vivencia em seu dia-a-dia.
O disco já nasce com alguns sucessos como as delicadas: “Bege” e “Sad Summer”, músicas que estão na ponta da língua do público que acompanha o duo, graças aos diversos shows e investidas na internet.
Entre as onze canções inéditas, duas faixas contaram com participações especiais, “She’s Lost
Her Keys” traz o violoncelo de Rachel Bella e “Ugly-faced Trees” traz Marcia Augusto no piano.

Conforme a atual tendência do mercado da música, Comma mantém forte presença nos meios virtuais e priorizou o lançamento da versão digital de Monkey. O disco foi disponibilizado na semana passada pela UOL Megastore, com show no Studio SP exibido ao vivo pela Internet (portal Show na Web).
Este ano, Mini e Didi foram convidadas e gravaram as famosas vinhetas criativas da MTV Brasil,
veiculadas nos intervalos da programação da emissora. As garotas já tiveram a oportunidade de se
apresentar em eventos relevantes como a Virada Cultural do Estado e no Ladyfest, festival de bandas femininas que acontece todos os anos em várias cidades do mundo. Em 2007, Comma foi premiado no programa Pimp my Ride (MTV Brasil) com o “Commamóvel”, uma Brasília 76 toda customizada para a banda.

 

 

Quarta - 03/02/2010


Jonas Sá e Rubinho Jacobina




Entrada $20 / Lista $10
Porta 23h / Show 1h
DJ Barata ( Criolina - BSB )

Jonas Sá era só um adolescente se encantando com o incrível mundo das canções, quando seu irmão (o guitarrista Pedro Sá) já tinha encontrado sua turma e, com ela, já estava ajudando a maturar alguns dos trabalhos musicais mais interessantes e ricos de sua geração.
Jonas via e aprendia. Tudo ali pertinho. Mulheres Q dizem Sim, Acabou La Tequila e Rubinho Jacobina.
Rubinho pra Jonas era inspiração. Como podia compor tão bonito e tão fácil? Rubinho escutava os arranhados de Jonas, dava opiniões e saídas harmônicas e perguntava pro garoto que achava da parte tal da letra tal...
Rubinho tocava em festas e ele mesmo virava a festa.
Jonas tinha idéias alopradas para músicas mega-arranjadas em shows hiper-produzidos.
E tanto tempo foi passando e tanta coisa acontecendo e os dois se cruzando e se assistindo crescer e formar público, idéias, conceitos artísticos...

 


Jonas esteve envolvido na gravação e ajudou Pedro Sá e Bartolo na produção do disco de estréia “Rubinho e Força Bruta”, álbum que rendeu à Jacobina o prêmio de disco do ano pela Associação de Críticos de São Paulo. O disco foi gravado no mesmo estúdio Kong Dub que “Anormal” disco de estréia de Jonas, também aclamado pela crítica e público.
Era mesmo de se esperar que a dupla fizesse um show junto depois de tantos encontros informais - fosse cantando a parceria “Dr. Sabe Tudo”, hit nos bailes da Orquestra Imperial em que Rubinho faz Parte ou participando de seus shows e discos solos. Rubinho e Jonas sempre se freqüentaram e só faltava mesmo conceituar um espetáculo inteiramente dos dois.
Tão diferentes em suas abordagens, é interessante que haja tantas semelhanças entre os artistas. O foco nas canções, seus públicos, o meio musical em que transitam e até mesmo os integrantes de suas bandas. E é justamente dos contrastes estéticos e de suas várias coincidências que se estrutura o show. Com uma banda formada pelo baterista Raphael Miranda (Brasov, Sayowa), o guitarrista Gabriel Bubu (Do Amor, Los Hermanos) o Baixista Alberto Continentino (Paraphernália, Adriana Calcanhoto) e o naipe de sax tenor e trompete formado, respectivamente, por Daniel Vasques (Brasov, Canastra) e Josias - o show é recheado de arranjos inventivos e um clima de “bailão” ainda mais dançante do que os shows solos já conhecidos pelo público.
O Repertório mistura canções de seus discos de estréia; delícias como “Era”e “Simone” (presentes em Rubinho e Força Bruta) ou “Tenha Um Bom Dia”, “Sayonara” e “Melhor Assim” (presentes em Anormal) mais a parceria “Dr. Sabe Tudo”; com músicas inéditas dos dois e até mesmo uma versão de “Veleiro Azul”, canção pouco conhecida do disco Maravilhas Contemporâneas de Luiz Melodia.


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